O amor de mãe… e o Amor que é eterno
O amor de mãe é, sem dúvida, um dos maiores que alguém pode experimentar na Terra.
É um amor que acorda de madrugada, que se sacrifica em silêncio, que se doa além das forças.
É o amor que protege na chuva, que caminha atrás, garantindo que os filhos estejam seguros debaixo do guarda-chuva.
A mãe dá o que tem.
E muitas vezes, dá o que não tem.
Ela tira de si para oferecer ao filho.
Entrega o tempo, o sono, os sonhos, a própria vida se for preciso.
É um amor visceral, profundo, terreno — mas imenso.
E ainda assim… existe um Amor maior.
O amor de Deus não apenas cuida — Ele redime.
Não apenas protege — Ele salva.
Não apenas acompanha — Ele comprou com preço de sangue.
Nós fomos comprados.
Fomos redimidos.
Fomos resgatados quando nada tínhamos para oferecer.
E é tão lindo perceber que, quando Deus quis ilustrar a força do Seu amor, Ele usou o amor de mãe como comparação.
Ele disse:
“Ainda que uma mãe se esqueça de seu filho, Eu, todavia, não me esquecerei de você.”IIsaías 49.15)
Ou seja…
Se o maior amor humano falhar — o dEle não falha.
Se pai e mãe abandonarem — Ele permanece.
Se todos se forem — Ele fica.
O amor de mãe é extraordinário.
Mas o amor de Deus é eterno.
O amor de mãe nasce no ventre.
O amor de Deus nasceu antes da fundação do mundo.
O amor de mãe é reflexo.
O amor de Deus é a Fonte.
E talvez seja por isso que o colo de mãe seja tão consolador…
porque ele carrega, ainda que imperfeitamente, um vislumbre do colo do próprio Deus.
O maior amor não é o que apenas protege da chuva.
É o que atravessou a cruz para nos dar vida.
Esse é o amor que não falha.
O amor incondicional.
O amor que permanece.

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