terça-feira, 3 de março de 2026

 

O amor de mãe… e o Amor que é eterno


O amor de mãe é, sem dúvida, um dos maiores que alguém pode experimentar na Terra.

É um amor que acorda de madrugada, que se sacrifica em silêncio, que se doa além das forças.

É o amor que protege na chuva, que caminha atrás, garantindo que os filhos estejam seguros debaixo do guarda-chuva.


A mãe dá o que tem.

E muitas vezes, dá o que não tem.

Ela tira de si para oferecer ao filho.

Entrega o tempo, o sono, os sonhos, a própria vida se for preciso.

É um amor visceral, profundo, terreno — mas imenso.


E ainda assim… existe um Amor maior.

O amor de Deus não apenas cuida — Ele redime.

Não apenas protege — Ele salva.

Não apenas acompanha — Ele comprou com preço de sangue.

Nós fomos comprados.

Fomos redimidos.

Fomos resgatados quando nada tínhamos para oferecer.

E é tão lindo perceber que, quando Deus quis ilustrar a força do Seu amor, Ele usou o amor de mãe como comparação.

Ele disse:

“Ainda que uma mãe se esqueça de seu filho, Eu, todavia, não me esquecerei de você.”IIsaías 49.15)

Ou seja…

Se o maior amor humano falhar — o dEle não falha.

Se pai e mãe abandonarem — Ele permanece.

Se todos se forem — Ele fica.

O amor de mãe é extraordinário.

Mas o amor de Deus é eterno.

O amor de mãe nasce no ventre.

O amor de Deus nasceu antes da fundação do mundo.


O amor de mãe é reflexo.

O amor de Deus é a Fonte.

E talvez seja por isso que o colo de mãe seja tão consolador…

porque ele carrega, ainda que imperfeitamente, um vislumbre do colo do próprio Deus.

O maior amor não é o que apenas protege da chuva.

É o que atravessou a cruz para nos dar vida.

Esse é o amor que não falha.

O amor incondicional.

O amor que permanece.

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